O Ensino Técnico Profissionalizante como estratégia da Secretaria de Educação (Seduc) para minimizar a evasão nas escolas de ensino médio do Pará

A evasão escolar há anos constitui-se em um desafio para a rede pública de ensino do Brasil. Por ano, centenas de estudantes deixam a escola sem concluir os estudos. O problema inicia ainda no Ensino Fundamental e atinge o seu auge no Ensino Médio, onde a evasão cresce a cada ano, principalmente nos...

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Detalles Bibliográficos
Autor Principal: Barros Oliveira, Leidemar (author)
Formato: masterThesis
Idioma:por
Publicado: 2021
Subjects:
Acceso en liña:http://hdl.handle.net/10469/18075
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Descripción
Summary:A evasão escolar há anos constitui-se em um desafio para a rede pública de ensino do Brasil. Por ano, centenas de estudantes deixam a escola sem concluir os estudos. O problema inicia ainda no Ensino Fundamental e atinge o seu auge no Ensino Médio, onde a evasão cresce a cada ano, principalmente nos anos finais. No Pará, o ensino técnico é tratada, principalmente, como uma estratégia de atração de alunos para escolas com grande déficit de matrículas. São escolas que vivenciam um número cada vez menor de matrículas, correndo o risco de fechar turnos e até a própria a escola. A dificuldade de manter os alunos na escola se traduz na incapacidade de governos, gestores e educadores de pensar um modelo de Ensino Médio atrativo para estudantes e capaz de fazer da escola um espaço de referência e felicidade para jovens e adultos. Na contramão da evasão, as Escolas de Ensino Técnico do Estado surgem como uma alternativa para atrair alunos e preencher a lacuna deixada pelo Ensino Médio regular. Em Belém, há mais de 15 anos essa estratégia vem sendo utilizada e a cada ano atrai um quantitativo maior de alunos motivados principalmente pela esperança de ter uma melhor colocação no mercado de trabalho. No entanto, nem sempre este ensino consegue proporcionar o emprego desejado. Escolas com estrutura insuficiente, cursos sem espaços suficientemente adequados, ausência de planejamento e integração com o setor empregatício são alguns dos problemas enfrentados pelas instituições de ensino.