Reorganização da rede de saúde do Estado do Ceará: assistência hospitalar nas regiões de saúde no enfrentamento a pandemia covid-19

Este estudo objetivou investigar as transformações da rede de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde), no Estado do Ceará no contexto de pandemia covid-19, no período de fevereiro de 2020 à abril de 2022 e descrever as estratégias de enfrentamento sob a ótica da organização dos serviços da rede assist...

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Uloženo v:
Podrobná bibliografie
Hlavní autor: Mesquita Mota Brito, Alexandrina (author)
Médium: masterThesis
Jazyk:por
Vydáno: 2023
Témata:
On-line přístup:http://hdl.handle.net/10469/19432
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Shrnutí:Este estudo objetivou investigar as transformações da rede de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde), no Estado do Ceará no contexto de pandemia covid-19, no período de fevereiro de 2020 à abril de 2022 e descrever as estratégias de enfrentamento sob a ótica da organização dos serviços da rede assistencial regionalizada implantado nas regiões de saúde, com foco nas instituições hospitalares. Para a coleta de dados foi realizada uma análise de documentos e registros disponibilizados pela Secretaria da Saúde do Ceará, órgão que realiza a coordenação das ações. Tratase de um estudo exploratório, descritivo, com base em documentos de domínio público. Os dados foram sistematizados e organizados em figuras, tabelas e gráficos para interpretação. A covid-19 chegou ao Ceará em fevereiro de 2020 e trouxe mudanças bruscas no cenário epidemiológico do Estado. No período analisado foram atestados 1.253.550 casos confirmados e 27.705 óbitos causados pelo 2019-nCoV no Ceará. Os resultados mostram maior disponibilização de leitos de enfermaria e UTI, abertura de hospitais de referência incorporados à rede de assistência nas cinco regiões de saúde que compõem a Rede de Atenção à Saúde do Estado do Ceará, frutos das políticas públicas de enfrentamento a pandemia covid-19 no período. Concluiu-se que os serviços de assistência à saúde para atendimento as pessoas infectadas eram insuficientes em todas as regiões de saúde e que as desigualdades regionais persistem.