Identidades transnacionais e transculturais. Pós-colonialidade, lusofonias e interculturalidade. O caso do Museu Virtual da Lusofonia
A identidade do “eu” está sujeita à presença de um “outro”, não de forma a apagar os seus próprios valores, mas a permitir a expansão das suas visões de mundo. Através do conceito de transculturalidade (Welsch, 1999), sustenta-se a ideia de que as culturas estão em processo constante de interação e...
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| Autore principale: | |
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| Natura: | article |
| Lingua: | por |
| Pubblicazione: |
2021
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://revistachasqui.org/index.php/chasqui/article/view/4450 |
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| Riassunto: | A identidade do “eu” está sujeita à presença de um “outro”, não de forma a apagar os seus próprios valores, mas a permitir a expansão das suas visões de mundo. Através do conceito de transculturalidade (Welsch, 1999), sustenta-se a ideia de que as culturas estão em processo constante de interação e de mistura. Este artigo, dedicado à problemática das identidades transnacionais e transculturais, deixa para trás o luso-tropicalismo do sociólogo brasileiro Gilberto Freyre (1953; 1961) e o conceito ancestral e unívoco de cultura, que pontuou o discurso da ditadura portuguesa do Estado Novo, voltando-se para a diversidade das lusofonias. Neste quadro, o Museu Virtual da Lusofonia pode ter uma importância fundamental enquanto possibilidade intercultural. |
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