Adoecimento e silenciamento: os impactos dos ataques contra as jornalistas mulheres brasileiras
O artigo discute os ataques a jornalistas mulheres brasileiras e os desdobramentos na prática profissional e na saúde das profissionais. O recorte é de 2020 a 2023, quando se intensificaram as agressões contra jornalistas e a imprensa, instrumentalizados pelo então presidente Jair Bolsonaro, aliados...
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| Formato: | article |
| Idioma: | spa |
| Publicado em: |
2025
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | https://revistachasqui.org/index.php/chasqui/article/view/5108 |
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| Resumo: | O artigo discute os ataques a jornalistas mulheres brasileiras e os desdobramentos na prática profissional e na saúde das profissionais. O recorte é de 2020 a 2023, quando se intensificaram as agressões contra jornalistas e a imprensa, instrumentalizados pelo então presidente Jair Bolsonaro, aliados políticos e seguidores. Os ataques se estenderam após as eleições de 2022 para presidente da república, governadores, senadores e deputados federais e estaduais, pois revelam-se como estratégias para atingir o jornalismo e as profissionais. A discussão parte de monitoramentos de violência contra jornalistas realizados pela ABRAJI e FENAJ e analisa 21 respostas de jornalistas que sofreram ataques. A discussão ancora-se nos estudos de jornalismo e trauma e busca trazer um recorte interseccional na interpretação dos dados. |
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